Ministro Nhambiu defende aquisição de competências académicas e profissional

Data: 12/02/2019
 
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O Ministro da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP), Jorge Nhambiu, desafiou os participantes da segunda edição da Universidade de Verão a adquirir novas competências que irão contribuir para o seu desenvolvimento pessoal, académico e profissional.

Intervindo por ocasião da Cerimónia de abertura da segunda edição da “Universidade de Verão de Moçambique”, Jorge Nhambiu disse trata-se de um programa de estudos intensivos multidisciplinares que impõe aos estudantes universitários desafios de ordem académica e profissional nas diferentes áreas de estudos e promoção do saber, saber ser e saber fazer.

Segundo o ministro, Moçambique, está na rota do desenvolvimento socioeconómico, político e cultural e, nesse sentido, havendo necessidade de dominar o conhecimento técnico-científico necessário para transformar o diverso potencial que o país possui em riqueza, condição para a promoção do tão almejado e merecido bem-estar social.

Com duração 5 dias, pretende-se com o programa desenvolver competências profissionais nos estudantes universitários, dado que é composto por actividades de natureza diversa, desde as palestras temáticas em sessões plenárias, às oficinas teórico-práticas, treino em liderança e os exemplos de empreendedorismo de sucesso que serão disponibilizados durante as sessões.  

Aliás, a realização da 2a. edição desta iniciativa visa promover o melhoramento de articulação entre a teoria e a prática, possibilitará a construção de capacidades para o desenvolvimento económico e social sustentável, servir como plataforma fidedigna de debate e discussão de ideias; e estimular o pensamento crítico.

O ministro defende ainda que o conhecimento que se adquire no Ensino Superior, se não for acompanhado pela prática, pela capacidade de saber fazer, em nada valerá o diploma que nos certifica.

“Aproveitamos esta oportunidade para reiterar que o mais importante é que antes de apresentarmos o diploma ou o certificado que prova o grau académico de que somos legítimos titulares, o resultado da aplicação dos nossos conhecimentos seja comprovado pelos resultados obtidos nas diferentes actividades que desenvolvemos”, referiu.

Outrossim, chamou a atenção para a necessidade de aliar a teoria à prática e, a prática à teoria, através de uma acção conjugada e articulada, a partir dos recursos existentes e o Homem formado.

Segundo Nhambiu, a “Universidade de Verão de Moçambique” propõe-se desenvolver e aplicar na presente edição, só atingirá os resultados pretendidos quando na sua realização abarcar as áreas temáticas consideradas essenciais para uma melhor compreensão das realidades nacional e internacional no que concerne ao desenvolvimento económico e social sustentáveis.

Por sua vez, o Reitor da Universidade Nachingwea, Luís Covane, explicou que a universidade de Verão de Moçambique, visa equipar estudantes universitários com conhecimentos científicos e de inovação tecnológica, assim como o desenvolvimento de competências transversais, para responder aos desafios cada vez mais crescentes do desenvolvimento socioeconómico.

De acordo com Luís Covane espera-se que esta plataforma beneficie directamente os estudantes e que estes sejam cada vez mais proactivos, interagindo de uma forma contínua com os docentes, sector empresarial e a sociedade para dominar a ciência e a técnica, rumo ao desenvolvimento sustentável do mundo e da região e de Moçambique em particular.